Afortunado

Reconhecendo a natureza da fortuna que tenho.

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    Há um medo que corrói
    Um temor que paralisa
    É o medo de arriscar
    Em busca do que desejo
    E assim pôr a perder
    A fortuna que já tenho

    De repente eu me lembro
    O que ela me ensinou
    Sempre sabe colocar
    Seus limites e os meus
    Aprender a confiar
    Muito mais do que sorrisos
    Esta é minha ventura
    A verdadeira fortuna


2024 Luiz Cláudio Silveira Duarte https://quartelmestre.com
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