Semeadura

Aprendo e semeio o que aprendi.

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    Lágrimas, sangue, suor
    Com eles comprei lições
    Altos preços a pagar
    Pois inda mais valioso
    É o muito que aprendi
    Que vivi e que senti
    Eu me ponho a semear
    Em desertos de areia
    Ou grandes campos de neve
    Não me toca amanhar
    Nem arar ou irrigar
    As sementes são lançadas
    Cabe a elas germinar
    E assim frutificar
    Mas são elas; sigo leve
    Aprendendo a me amar


2024 Luiz Cláudio Silveira Duarte https://quartelmestre.com
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